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A personalidade juvenil sempre é inconsistente e mutável. O erro mais comum e típico de professores ¾ incapacidade de decifrar propriedades profundas, um núcleo da individualidade do mais velho, estimando-o em alguns indicadores médios, formais e externos, como disciplina externa e progresso educativo.

Dos fatores da socialização considerada separadamente o mais importante e o influente ainda eram e permanecem uma família parental como a célula primária da sociedade abaixo de que influência a criança não vem antes de tudo quando é o mais suscetível. As condições de família, inclusive uma posição social, ocupação, nível material e nível de educação de pais, consideravelmente predeterminam um curso da vida da criança. Exceto a educação consciente, propositada que os pais lhe dão, a criança é sob o efeito de toda a atmosfera de família intra, e o efeito desta influência reúne-se com a idade, que refrange na estrutura da personalidade.

As características de relações humanas interpessoais, que estão nas relações de subordinação, têm o impacto essencial na natureza de motivação, nível de auto-estima, capacidade do autocontrole das pessoas que estão no subordinado ou uma dependência.

As mesmas dificuldades, que pais, aturam o professor. O trabalho do professor em comparação com o passado patriarcal consideravelmente ficou complicado, e é especialmente difícil tratar com mais velhos. E não porque as crianças ou os professores ficaram piores mas porque as exigências impostas a isto e outros ficaram mais inconsistentes.

Detecção de pré-requisitos psicológicos de atividade da personalidade ¾ um dos problemas mais importantes em ciência psicológica. De um lado, traça as raízes atrás aos problemas de teórico e experimental estudar de motivações do comportamento da pessoa posta no início do XX século. Com mais ¾ qualquer atividade prática do psicólogo e professor (em situações de problema) força para procurar as causas principais da atividade da personalidade: esta atividade precisa de apoiar-se e desenvolver-se, ou reanimar-se ou fomentar a sua modificação do melhor.

Na semelhança de contornos externos do comportamento social os motivos profundos que estão atrás da necessidade juvenil de uma associação são individuais e diversos. Cada um olha para na companhia de contemporâneos de um reforço da auto-estima, o reconhecimento do valor humano. Ao outro a sensação da participação emocional, a unidade com o grupo é importante. As terceiras pás a informação faltante e habilidades comunicativas. O quarto satisfaz a exigência de dominar, encomendar a outros. Pela maior parte estes motivos entrelaçam-se e não se realizam.

Mas a necessidade da amizade com contemporâneos é até mais forte. A proximidade psicológica com amigos, uma medida da compreensão atribuída por ele e própria franqueza com eles é máxima nos jovens, consideravelmente ótima toda outra relação. Do amigo o mais velho espera por estimativas não só o muito próximo à sua própria avaliação de si mesmo, mas também excesso dele. Significa que a amizade executa a função especial da manutenção da auto-estima da personalidade.

O valor psicológico da amizade juvenil define-se por que é ao mesmo tempo a escola da autorevelação e a escola da compreensão de outra pessoa. Muito de maneira interessante, por isso, o que altera o tipo de ego escolhe-se por mais velhos.

A exceção faz-se por trabalhos de M. I. Lisina nos quais a comunicação da criança com outras pessoas entendidas como a atividade foi um objeto da pesquisa e as relações com outros e uma imagem de e outro ato como um produto desta atividade.

Relações informativas ¾ o outro como sujeito de conhecimento. O mais brilhantemente esta direção apresenta-se em trabalhos de A. A. Bodalev e os seus seguidores, etc. neste contexto outras ações de pessoa como um sujeito de percepção, compreensão ou conhecimento. Com base na interpretação de características externas a imagem de outro inclusive o jogo de propriedades e qualidades forma-se. O conhecimento destas propriedades e qualidades faz uma base de conhecimento interpessoal e compreensão.

As relações de pessoas representam o tipo especial da realidade que não se reduz nem para juntar a atividade, nem à comunicação, à interação. A importância subjetiva e fundamental desta realidade de vida humana e desenvolvimento da sua personalidade não levanta dúvidas.